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Uma Geração em busca da Utopia

Em meados da década de cinquenta do século passado António Ribeiro e a sua mulher Maria do Céu, iniciam o seu projecto agrícola com a aquisição da quinta de S. Tiago, com casa senhorial setecentista, na freguesia de Vila Marim, e da Quinta da Portela, na freguesia de Barqueiros, próximo do primeiro marco pombalino que marca o início da Região Demarcada do Douro. Ambas no concelho de Mesão Frio.

Em 1980, uma das suas filhas, Teresinha Ribeiro, casada com Eduardo Miranda, inicia os trabalhos de reconversão nos vinhedos das propriedades que alguns anos mais tarde, por herança e compra, lhes haveriam de calhar em sorte.

Com profissões fora do âmbito agrícola, a estratégia adoptada foi vender as produções às casas exportadoras e fazer pequenas produções para consumo local e a granel.

Vieram os filhos Roberto, Ricardo, Rafael e Rudolfo, que foram progressivamente fazendo as suas formações académicas com incidência maioritária na vertente de gestão e vitivinicultura.

Este era o impulso que faltava para os pais virem a concretização do sonho que os ia alimentando: ver em garrafa um produto de excelência oriundo das suas parcelas.

Para conseguir esse desiderato adquiriram em Loureiro a Quinta de Sequeirós, onde está instalada a adega; no Cima Corgo, a Quinta d’ Além Tanha (vinhas com mais de quarenta anos) e por último e mais recentemente a Quinta do Farfão, uma valiosa propriedade do Douro Superior.

É sentimento da família, que estão reunidas as condições para a produção de néctares sublimes, representativos do que de melhor se pode obter dos díspares vinhedos durienses.

O primeiro ensaio chega agora, para deleite degustação do consumidor, ao mercado sob a designação de “MÃOS”, em analogia ao trabalho laborioso dos vinhedos à garrafa, ao conceito que norteia a constituição da empresa familiar e de mãos dadas rumo ao futuro e à excelência.

Voltaremos em breve

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